Economia
Lei laboral. Mário Mourão diz que se "há alguma intransigência" não é da parte da UGT
Em entrevista à RTP, Mário Mourão afirmou que não recebeu "nenhuma comunicação da parte do Governo". Depois de as negociações do pacote laboral terem acabado sem acordo, secretário-geral da UGT garante que se "há alguma intransigência" não é da parte da central sindical.
O líder sindical garantiu que a UGT "nunca deixou de estar disponível", mas que na última reunião "manifestou que a proposta que estava em cima da mesa era insuficiente para que a UGT desse o seu acordo".
"Não foi a UGT que disse que saía da reunião. Foi um dos patrões", afirmou Mário Mourão. "Eu estou sentado à mesa das negociações porque ainda não foi feita rutura".
E repetiu: "a UGT sempre esteve disponível, apenas disse quanto a esta proposta não tem condições de assinar".
E repetiu: "a UGT sempre esteve disponível, apenas disse quanto a esta proposta não tem condições de assinar".
O secretário-geral da UGT apontou ainda o dedo ao Governo, dizendo que o Executivo de Luís Montenegro "não abdica das chaves-mestres".
"Isto é um impasse que cria".
E lamentou que ainda não tenha tido "nenhuma convocatória" sobre possíveis novas reuniões.
"Não tive nenhuma comunicação da parte do Governo".
A UGT aceitou negociar, mas Mário Mourão não negou que "há linhas vermelhas".